



Ele deriva do menorá, um candelabro com sete braços representando os sete dias da criação do mundo, e surgiu para celebrar uma importante vitória do povo judeu, além de um suposto milagre. Essa história começa no século 2 a.C., quando os selêucidas - uma dinastia de origem grega que dominava parte da Ásia na época - tomaram e pilharam um templo sagrado para os judeus em Jerusalém durante três anos. No ano 165 a.C., os judeus finalmente conseguiram expulsar os selêucidas. "Quando o templo sagrado foi reconquistado, encontraram um único cântaro (vaso) de óleo puro inviolado, que seria suficiente para manter aceso o menorá durante apenas um dia. Milagrosamente, o óleo durou oito dias", afirma o rabino Henry Sobel. Para comemorar esse suposto milagre, os judeus criaram um feriado chamado Chanuká, ou "Festa das Luzes", que acontece no fim de novembro ou durante o mês de dezembro. Oito dos nove braços do candelabro usado durante esse período de celebração correspondem aos oito dias do feriado.
No nono braço, coloca-se o shamash, uma vela auxiliar com a qual se acendem as outras.
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